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Revisão do FGTS após o julgamento do STF: o que mudou?
A decisão do STF afastou perdas futuras abaixo da inflação, mas não autorizou pagamento retroativo generalizado.
A discussão sobre a correção do FGTS foi julgada pelo Supremo Tribunal Federal em 2024. O Tribunal definiu que a remuneração das contas deve assegurar, no mínimo, o índice oficial de inflação, com efeitos voltados ao futuro.
A decisão não criou direito geral ao recálculo retroativo dos saldos passados. Por isso, anúncios que prometem recuperação automática de grandes valores precisam ser vistos com cautela.
O trabalhador deve consultar extratos pelos canais oficiais e desconfiar de cobrança antecipada, solicitação de senha ou promessa garantida. Situações específicas podem exigir análise, mas não se confundem com a tese ampla que circulou durante anos.
Este texto substitui orientações antigas anteriores ao julgamento. Antes de ajuizar medida, verifique o conteúdo atual da decisão e se existe questão individual diferente da correção geral.
Este artigo possui caráter informativo. Não constitui parecer jurídico nem substitui a análise individual do caso.