Após a prisão em flagrante, o controle judicial deve ocorrer rapidamente. O juiz examina a legalidade do flagrante e se existe fundamento concreto para prisão preventiva ou outra medida cautelar.

A gravidade abstrata da acusação não substitui a fundamentação individual. Risco à instrução, à aplicação da lei penal ou à ordem pública deve ser demonstrado com elementos do caso.

Liberdade provisória pode ser concedida com ou sem fiança e acompanhada de medidas como comparecimento periódico, proibição de contato, restrição de locais ou monitoração, quando adequadas.

Documentos pessoais, residência, trabalho, saúde, dependentes e circunstâncias do fato ajudam na defesa, mas não garantem resultado. O acompanhamento jurídico desde o flagrante é essencial para preservar direitos e provas.